Capacitação de lideranças
Seu melhor funcionário virou seu pior gerente. E não foi culpa dele.
Ninguém vira líder porque foi promovido. As competências que fazem alguém entregar bem não são as que fazem alguém conduzir gente, e essa distância não se fecha sozinha com o tempo. Ela aparece na equipe, e a conta chega em quem vai embora.
Solicitar diagnósticoÉ para você se alguma dessas cenas acontece na sua empresa
- Você promoveu quem mais entregava e perdeu o melhor operador sem ganhar um gestor.
- Seus líderes evitam a conversa difícil, e o problema chega até você já grande.
- Cada gestor conduz entrevista do seu jeito e promete o que quiser para preencher a vaga.
- Quem entra na equipe de um gestor específico sai mais rápido que nos outros setores.
- Os líderes chegaram ao cargo por tempo de casa, não por preparo.
- Você é procurado para resolver o que deveria ser resolvido um nível abaixo.
Como a gente prepara
Não é curso com certificado no fim. É jornada com caso real da sua empresa, porque comportamento de liderança não muda em sala de aula, muda quando o líder tenta, erra e é acompanhado.
Mapa da liderança atual
Quem lidera hoje, como cada um chegou ao cargo, o que faz nos primeiros 90 dias de quem entra na equipe e quantas pessoas cada um perdeu no último ano. Sem esse retrato, o treinamento vira genérico.
O líder que recebe
Como conduzir entrevista sem prometer o que a empresa não entrega, e o que fazer nos primeiros 90 dias de quem chega. É a parte que mais devolve resultado, porque ataca o momento em que a maior parte das perdas acontece.
A conversa difícil
Feedback, correção de rota e o que precisa acontecer antes de demitir. A maioria dos líderes brasileiros nunca foi ensinada a fazer isso, então evita, e o problema cresce em silêncio.
Prática com caso da casa
Cada encontro trabalha uma situação real que está acontecendo na empresa. Teoria em cima de caso inventado não gruda, e o líder volta para a operação fazendo tudo igual.
Acompanhamento entre os encontros
A mudança acontece entre as sessões, não durante. Sem acompanhamento, o líder treinado volta para um sistema que pune o comportamento novo e desiste na segunda semana.
O que você recebe
- O mapa de quem lidera hoje e como cada um chegou ao cargo.
- Um roteiro de entrevista que o gestor consegue seguir sem prometer demais.
- O desenho dos primeiros 90 dias sob responsabilidade do líder.
- Roteiros de conversa de feedback e de correção de rota.
- A taxa de permanência da equipe de cada líder, medida antes e depois.
Jornada ou curso avulso?
Curso resolve informação. O líder sai sabendo o que deveria fazer e volta para a mesma rotina, com as mesmas pressões e o mesmo chefe. Duas semanas depois, faz tudo igual. Não é falta de vontade, é falta de acompanhamento.
A jornada trabalha caso real, tem intervalo entre os encontros para o líder tentar na prática, e volta para corrigir o que não funcionou. É mais lenta e é a única que muda comportamento. E ela termina com um número: quantas pessoas cada líder está segurando, antes e depois.
Perguntas frequentes
Quantos líderes por turma?
Turmas pequenas, de oito a doze pessoas. Acima disso ninguém expõe caso real, e sem caso real a jornada vira palestra. Se a empresa tiver mais líderes, a gente separa em turmas e não aumenta o grupo.
Um dos meus gestores não quer participar. O que fazer?
Resistência de líder quase sempre é medo de ser exposto na frente da equipe, não desinteresse. Por isso a jornada começa individual, com o mapa da liderança, antes de qualquer encontro em grupo. Quando o gestor entende que o objetivo não é avaliá-lo publicamente, a resistência costuma cair. Se ainda assim ele não entra, isso vira uma informação importante para você.
Dá para resolver com uma palestra?
Palestra serve para abrir assunto e mobilizar, e a gente faz. Só não confunda com preparo: uma palestra não muda como um gestor conduz uma conversa difícil na terça-feira seguinte. Se o seu orçamento comporta só uma ação, prefira o mapa da liderança, porque ele pelo menos te diz onde está o problema.
Como eu sei que funcionou?
Pela permanência da equipe de cada líder, medida antes e depois. É a métrica menos confortável e a única que não engana. Satisfação com o treinamento sempre vem alta, e não significa nada sobre o que mudou na operação.
Comece descobrindo quantas pessoas cada líder está perdendo.
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