Recrutamento e seleção
Você preencheu a vaga em duas semanas e reabriu a mesma vaga dois meses depois.
O mercado de recrutamento vende velocidade, porque velocidade é fácil de medir e de cobrar. Só que vaga preenchida não é entrega, é meio do caminho. A entrega é alguém que continua na empresa quando o trimestre fecha, e é isso que a gente mede.
Solicitar diagnósticoÉ para você se alguma dessas cenas acontece na sua empresa
- A mesma vaga foi preenchida duas ou três vezes no último ano.
- Você aprova o candidato pela entrevista e descobre o resto depois que ele já está dentro.
- O gestor promete o que for preciso para fechar a vaga, e a promessa vira dívida da empresa.
- Não existe descrição de vaga escrita, ou existe uma que ninguém lê e que não corresponde à função.
- A frase ninguém quer trabalhar virou explicação padrão dentro da empresa.
- Você não sabe quantos dos contratados do ano passado continuam na empresa hoje.
Como a gente conduz
A diferença não está na busca do candidato, que todo mundo faz parecido. Está em o que é combinado antes de abrir a vaga e no que acontece depois que a pessoa entra.
A vaga real, não a do papel
Antes de buscar alguém, a gente descobre o que a função é de fato: a rotina, as condições, o que a pessoa vai encontrar na segunda-feira. Vaga descrita de forma otimista atrai gente que vai embora quando descobre a verdade.
A promessa escrita
Definimos o que vai ser dito ao candidato e, principalmente, o que não pode ser dito. Se a empresa não entrega, não se promete. É a etapa que mais dá trabalho e a que mais reduz saída precoce.
Busca e triagem
Divulgação, triagem, entrevistas e avaliação de perfil quando o cargo justifica. O candidato chega até você com parecer, não com currículo cru para você decidir sozinho.
O gestor preparado para a entrevista
Quem entrevista recebe roteiro. Sem isso, cada gestor conduz do seu jeito, promete o que quiser e a empresa herda um combinado que nunca foi combinado com ela.
Acompanhamento até o dia 91
Conversas nos marcos de 7, 30, 60 e 90 dias com quem foi contratado. É onde o desvio aparece enquanto ainda dá para corrigir, e é o que transforma a contratação em permanência.
O que você recebe
- A descrição da vaga escrita com o que a função é de verdade.
- O roteiro de entrevista para o gestor, sem promessa que a empresa não cumpre.
- Candidatos apresentados com parecer, não apenas currículo.
- Acompanhamento do contratado nos marcos de 7, 30, 60 e 90 dias.
- A taxa de permanência aos 90 dias das contratações feitas com a gente.
Rapidez ou permanência?
Quase todo mundo no mercado cobra por vaga preenchida. Repare no que esse modelo produz: quanto mais rápido a pessoa sai, mais vagas o fornecedor vende. Ninguém faz isso de má fé, mas o incentivo está apontando para o lado errado, e o resultado aparece na sua folha.
Nós preferimos ser cobrados por permanência. A métrica que reportamos não é tempo de fechamento da vaga, é quantos dos contratados chegaram ao dia 91. É uma métrica que demora mais para ficar bonita e é a única que descreve o que você comprou.
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva para preencher uma vaga?
Depende do cargo, da região e da faixa salarial, e qualquer promessa fechada antes de conhecer a vaga é chute. O que a gente evita é o contrário: apressar o processo para bater um prazo e entregar alguém que sai em sessenta dias. Prazo curto com substituição depois sai mais caro que prazo honesto na primeira vez.
E se a pessoa não chegar ao dia 91?
O acompanhamento nos marcos existe justamente para isso não virar surpresa: quando o desvio aparece no dia 30, quase sempre dá para corrigir. Se ainda assim a saída acontecer, as condições de reposição são definidas em proposta, por escrito, antes do trabalho começar. A gente prefere combinar isso na frente do que discutir depois.
Vocês atendem cargos operacionais em volume?
Sim, e é onde a diferença aparece mais rápido. Empresa que contrata dezenas de pessoas por ano para funções operacionais costuma ter o maior vão dos 90 dias e o menor controle sobre ele, porque a rotatividade virou rotina e o custo se dilui dentro da folha.
Dá para contratar só o recrutamento, sem o resto?
Dá, e muita empresa começa assim. Só vale saber o que esperar: se o problema estiver na liderança que recebe ou na ausência de qualquer integração, a seleção sozinha melhora o ponto de partida e não resolve a permanência. O diagnóstico diz em qual dos dois cenários você está antes de você gastar com o serviço errado.
Comece descobrindo quantos dos seus contratados do último ano chegaram ao dia 91.
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